A terceira ninhada da Lolita com o Shifu
A terceira ninhada da Lolita com o Shifu nasceu no dia 28 de dezembro de 2013.
Tem duas fêmeas e 5 machos
Foram para os seguintes donos:
A segunda ninhada da Lolita com o Shifu
A segunda ninhada da Lolita nasceu no dia 10 de Maio de 2013.
Nasceram 9 cachorrinhos, 5 machos e 4 fêmeas.
Dois machos têm pintas CASTANHAS
Foram adotados pelos seguintes donos:
A primeira ninhada da Lolita
A 1ª ninhada da Lolita nasceu na madrugada do dia 14 de setembro de 2012. A Lolita teve 7 cachorrinhos, 6 fêmeas e 1 macho.
Demonstrou ser uma mãe extremosa, muito dedicada e os seus cachorros.
Foram adotados pelos seguintes donos:
Quem pensar em adquirir um cão deve ler...
"Como é que pudeste?..."
Quando era um cachorrinho, eu distraía-te com as minhas traquinices e fazia-te rir.
Chamavas-me tua criança e, apesar de um certo número de sapatos mastigados e um par de almofadas destruídas, eu tornei-me na tua melhor amiga.
Sempre que eu fazia algo de errado, tu abanavas o teu dedo para mim e dizias: "Como é que pudeste?..." mas depois tu arrependias-te e rolavas-me no chão para me coçar a barriga. O meu treino demorou um pouco mais do que o esperado porque tu estavas sempre muito ocupado, mas juntos conseguimos arranjar uma solução...
Eu lembro-me daquelas noites em que me aninhava em ti na cama e ouvia as tuas confidências e sonhos secretos - acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita. Nós os dois fazíamos longos passeios e corridas no parque, andávamos de carro, e parávamos para um gelado (eu ganhava só a bolachinha porque "gelado não faz bem aos cães" - dizias tu) e eu apanhava longos banhos de sol enquanto aguardava a tua volta para casa ao final do dia.
Aos poucos passaste a gastar mais tempo no trabalho com a tua carreira e levavas mais tempo a procurar uma companheira humana. Eu esperei por ti pacientemente, confortei todas as tuas mágoas e desilusões, nunca te repreendi pelas más escolhas que tomaste, e vibrei de alegria nas tuas chegadas a casa e quando te apaixonaste... Ela, agora tua esposa, não é uma "apreciadora de cães" - ainda assim eu recebi-a na nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e obedeci-lhe.
Sentia-me feliz porque tu estavas feliz.
Então vieram os bebés humanos e eu reparti contigo o entusiasmo. Eu estava fascinada pelos seus tons rosados, os seus cheiros, e queria muito tratar deles também. Mas ela e tu tinham medo de que eu pudesse magoá-los, e eu passei a maior parte do tempo a ser expulsa para outra sala, ou para a minha casotinha...
Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu tornei-me numa "prisioneira do amor."
À medida que foram crescendo, tornei-me amiga deles. Eles agarravam-se ao meu pêlo e levantavam-se sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos nos meus olhos, examinavam as minhas orelhas, e davam beijos no meu nariz. Eu adorava isso tudo, e o toque das suas mãozinhas - porque os teus toques agora eram tão raros - e eu teria-os defendido com a minha própria vida, se fosse preciso. Eu esgueirava-me para as suas camas e juntos esperávamos pelo barulho do teu carro de regresso.
Houve uma altura, quando alguém perguntava se tinhas um cachorro, em que tu tiravas uma foto minha da tua carteira e contavas histórias sobre mim. Nos últimos anos tu apenas respondias "sim" e mudavas de assunto. Eu passei de "teu cão" para "apenas um cão" e tu reclamavas de cada gasto que tinhas comigo.
Agora tu tens uma nova oportunidade de carreira noutra cidade, e vocês irão mudar-se para um apartamento onde não são permitidos animais. Tu tomaste a decisão acertada para a tua "família", mas houve uma altura em que eu era a tua única família.
Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegámos ao canil. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desespero. Tu preencheste a papelada e disseste "Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela"... Eles mexeram os ombros e lançaram-te um olhar compadecido. Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia-idade, mesmo um com "papéis". Tu tiveste que libertar os dedos do teu filho da minha coleira enquanto ele gritava "Não, papá! Por favor, não deixes que levem o meu cão!". E eu preocupei-me por ele, e com a lição que tu tinhas acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo o tipo de vida. Tu deste-me um mimo de adeus na minha cabeça, evitaste o meu olhar e, educadamente, recusaste levar a minha coleira e trela contigo. Tu tinhas um tempo-limite para te habituares e agora eu também tenho um.
Depois de partires, as duas simpáticas senhoras que te atenderam comentaram que tu provavelmente sabias já com alguns meses de antecedência que terias de tomar aquela decisão e não fizeste nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim. Elas sacudiram a cabeça e disseram "Como é que pudeste?". Elas são tão atenciosas para nós aqui no canil, quanto os seus ocupados horários lhes permitem.
Elas alimentam-nos, claro, mas eu perdi o meu apetite à dias atrás. De início, sempre que alguém passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosses tu - que tivesses mudado de ideias - que isto fosse tudo um pesadelo.... ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que me pudesse salvar. Quando percebi que não poderia competir com os alegres cachorrinhos que lá estavam, inconscientes dos seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar a atenção, afastei-me para um canto distante, e aguardei.
Ouvi os seus passos quando ele veio até mim ao final do dia, e segui-o ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ele colocou-me sobre a mesa, acariciou as minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. O meu coração acelerou-se na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio. A prisioneira do amor tinha esgotado os seus dias.
Como é da minha natureza, estava mais preocupada com ele. O fardo que carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ele gentilmente colocou um torniquete à volta da minha perna da frente, enquanto uma lágrima corria pela sua face. Lambi a sua mão da mesma maneira que costumava fazer para confortar-te há tantos anos atrás. Ele habilmente espetou a agulha hipodérmica na minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através do meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei para dentro dos teus olhos gentis e murmurei "Como é que pudeste?".
Talvez por ter entendido o meu latido canino, ele disse "Sinto muito!", abraçou-me e apressadamente explicou que era o seu trabalho, fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me desenrascar para sobreviver - um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre. E com a minha última gota de energia tentei transmitir-lhe com uma sacudidela da minha cauda que o meu "Como é que pudeste?" não era dirigido a ele.
Era em ti, Meu Amado Dono, que eu estava a pensar. Pensarei em ti e esperarei por ti eternamente. Possa alguém na tua vida continuar a demonstrar-te tanta lealdade...
fonte do texto - ABRA - Associação Bracarense Amigos dos Animais
Quando era um cachorrinho, eu distraía-te com as minhas traquinices e fazia-te rir.
Chamavas-me tua criança e, apesar de um certo número de sapatos mastigados e um par de almofadas destruídas, eu tornei-me na tua melhor amiga.
Sempre que eu fazia algo de errado, tu abanavas o teu dedo para mim e dizias: "Como é que pudeste?..." mas depois tu arrependias-te e rolavas-me no chão para me coçar a barriga. O meu treino demorou um pouco mais do que o esperado porque tu estavas sempre muito ocupado, mas juntos conseguimos arranjar uma solução...
Eu lembro-me daquelas noites em que me aninhava em ti na cama e ouvia as tuas confidências e sonhos secretos - acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita. Nós os dois fazíamos longos passeios e corridas no parque, andávamos de carro, e parávamos para um gelado (eu ganhava só a bolachinha porque "gelado não faz bem aos cães" - dizias tu) e eu apanhava longos banhos de sol enquanto aguardava a tua volta para casa ao final do dia.
Aos poucos passaste a gastar mais tempo no trabalho com a tua carreira e levavas mais tempo a procurar uma companheira humana. Eu esperei por ti pacientemente, confortei todas as tuas mágoas e desilusões, nunca te repreendi pelas más escolhas que tomaste, e vibrei de alegria nas tuas chegadas a casa e quando te apaixonaste... Ela, agora tua esposa, não é uma "apreciadora de cães" - ainda assim eu recebi-a na nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e obedeci-lhe.
Sentia-me feliz porque tu estavas feliz.
Então vieram os bebés humanos e eu reparti contigo o entusiasmo. Eu estava fascinada pelos seus tons rosados, os seus cheiros, e queria muito tratar deles também. Mas ela e tu tinham medo de que eu pudesse magoá-los, e eu passei a maior parte do tempo a ser expulsa para outra sala, ou para a minha casotinha...
Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu tornei-me numa "prisioneira do amor."
À medida que foram crescendo, tornei-me amiga deles. Eles agarravam-se ao meu pêlo e levantavam-se sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos nos meus olhos, examinavam as minhas orelhas, e davam beijos no meu nariz. Eu adorava isso tudo, e o toque das suas mãozinhas - porque os teus toques agora eram tão raros - e eu teria-os defendido com a minha própria vida, se fosse preciso. Eu esgueirava-me para as suas camas e juntos esperávamos pelo barulho do teu carro de regresso.
Houve uma altura, quando alguém perguntava se tinhas um cachorro, em que tu tiravas uma foto minha da tua carteira e contavas histórias sobre mim. Nos últimos anos tu apenas respondias "sim" e mudavas de assunto. Eu passei de "teu cão" para "apenas um cão" e tu reclamavas de cada gasto que tinhas comigo.
Agora tu tens uma nova oportunidade de carreira noutra cidade, e vocês irão mudar-se para um apartamento onde não são permitidos animais. Tu tomaste a decisão acertada para a tua "família", mas houve uma altura em que eu era a tua única família.
Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegámos ao canil. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desespero. Tu preencheste a papelada e disseste "Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela"... Eles mexeram os ombros e lançaram-te um olhar compadecido. Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia-idade, mesmo um com "papéis". Tu tiveste que libertar os dedos do teu filho da minha coleira enquanto ele gritava "Não, papá! Por favor, não deixes que levem o meu cão!". E eu preocupei-me por ele, e com a lição que tu tinhas acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo o tipo de vida. Tu deste-me um mimo de adeus na minha cabeça, evitaste o meu olhar e, educadamente, recusaste levar a minha coleira e trela contigo. Tu tinhas um tempo-limite para te habituares e agora eu também tenho um.
Depois de partires, as duas simpáticas senhoras que te atenderam comentaram que tu provavelmente sabias já com alguns meses de antecedência que terias de tomar aquela decisão e não fizeste nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim. Elas sacudiram a cabeça e disseram "Como é que pudeste?". Elas são tão atenciosas para nós aqui no canil, quanto os seus ocupados horários lhes permitem.
Elas alimentam-nos, claro, mas eu perdi o meu apetite à dias atrás. De início, sempre que alguém passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosses tu - que tivesses mudado de ideias - que isto fosse tudo um pesadelo.... ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que me pudesse salvar. Quando percebi que não poderia competir com os alegres cachorrinhos que lá estavam, inconscientes dos seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar a atenção, afastei-me para um canto distante, e aguardei.
Ouvi os seus passos quando ele veio até mim ao final do dia, e segui-o ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ele colocou-me sobre a mesa, acariciou as minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. O meu coração acelerou-se na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio. A prisioneira do amor tinha esgotado os seus dias.
Como é da minha natureza, estava mais preocupada com ele. O fardo que carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ele gentilmente colocou um torniquete à volta da minha perna da frente, enquanto uma lágrima corria pela sua face. Lambi a sua mão da mesma maneira que costumava fazer para confortar-te há tantos anos atrás. Ele habilmente espetou a agulha hipodérmica na minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através do meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei para dentro dos teus olhos gentis e murmurei "Como é que pudeste?".
Talvez por ter entendido o meu latido canino, ele disse "Sinto muito!", abraçou-me e apressadamente explicou que era o seu trabalho, fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me desenrascar para sobreviver - um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre. E com a minha última gota de energia tentei transmitir-lhe com uma sacudidela da minha cauda que o meu "Como é que pudeste?" não era dirigido a ele.
Era em ti, Meu Amado Dono, que eu estava a pensar. Pensarei em ti e esperarei por ti eternamente. Possa alguém na tua vida continuar a demonstrar-te tanta lealdade...
fonte do texto - ABRA - Associação Bracarense Amigos dos Animais
A Manutenção do Dálmata
A Manutenção do Dálmata
O Dálmata nunca se cansa e é difícil fazê-lo parar.
O Dálmata deve ir à rua três vezes por dia. O ideal é ter uma casa com jardim, mas isso não chega para substituir os passeios.
O pêlo
Um cão bem tratado sente-se bem e os cuidados com o seu corpo contribuirão muito para a sua saúde equilibrada.
O pêlo deve ser escovado duas vezes por semana, pode utilizar uma escova ou uma luva de borracha. Se o pêlo estiver húmido, deverá esfregá-lo com uma toalha e deixá-lo secar num local quente.
O pêlo do Dálmata não apresenta as generalizadas mudas sazonais, ele muda ao longo de todo o ano.
O Banho
Dois a quatro banhos por ano são suficientes, só devendo dar banho aos cachorros a partir do terceiro mês. No entanto, se o cão tiver andado a brincar junto de lixo, excrementos ou tiver tomado banho no mar, então será conveniente dar-lhe banho. Nunca utilize champô para humanos, pois o ph da sua pele é diferente do nosso. Use um champô adequado para a raça e o seu estado de desenvolvimento. A temperatura da água deverá rondar entre os 26º a 28º. Depois do banho esfregue-o cuidadosamente com uma toalha e deixe-o secar tranquilamente num lugar quente.
Nunca deverá utilizar secadores de qualquer espécie, pois pode queimar a pele do cão.
As orelhas
Como as orelhas dos Dálmatas são tombadas, é necessário inspeccioná-las e cuidar delas periodicamente. Limpe-as com um pouco de algodão – que não se desfie – enrole-o à volta do dedo indicador para tirar a secreção. Nunca introduza cotonetes ou outros objectos no buraco auricular, pois pode ferir os ouvidos. Se notar alguma crosta, mau odor ou segregação excessiva, ou verificar que o cão coça as orelhas ou a cabeça com frequência, deverá levá-lo ao veterinário.
Os olhos
Embora o Dálmata requeira menos cuidados com os olhos do que muitas outras raças, deverá retirar regularmente as secreções e corpo estranhos que se possam alojar nos cantos.
Se notar que os cantos dos olhos estão avermelhados, com secreções e lacrimosos, deverá levá-lo ao veterinário.
Os dentes
Os cachorros perdem os dentes de leite afiados por volta dos quatro meses. Terá de ter muito cuidado com a dentição seguinte, que é a definitiva. O cão poderá sofrer de cáries, parodontose e tártaro que provocam buracos, queda de dentes, gengivites e mau hálito. Os biscoitos e ossos, próprios para roer, são um óptimo meio de prevenção.
Patas e unhas
Tenha cuidado com os inúmeros corpos estranhos afiados que se podem introduzir nas patas. No Inverno a pele perde elasticidade devido ao frio, podendo nas regiões com temperaturas mais frias o gelo infiltrar-se na pele. A neve pode provocar queimaduras, por isso se passear com o seu cão em zonas com neve, deverá lavar-lhe as patas com água morna, secá-las bem e aplicar-lhe um creme próprio. Quando as unhas estiverem demasiado compridas, deverá levá-lo ao veterinário para as cortar. Em casa, poderá limá-las com um utensílio próprio para o efeito.
Golpes de calor
Nunca o deixe fechado dentro de um carro estacionado ao sol, pois as possibilidades de termoregulação do cão não são iguais às dos humanos. Se constatar que se verifica este fenómeno depois de uma exposição ao sol ou calor, baixe a temperatura corporal do cão submergindo-o em água fria.
Alimentação
Nunca dê ao seu cachorro leite de vaca, pois este irá provocar-lhe graves problemas intestinais devido ao facto de ser muito diferente do leite canino. Não lhe dê carne crua.
A alimentação de um cachorro nas primeiras 3 semanas de vida é constituída exclusivamente de leite materno. A partir da 3ª semana começar-se-á com pequenas porções de ração – a ração é preferível aos alimentos cozinhados em casa, pois são elaborados com a percentagem de carne, vitaminas, proteínas, gorduras etc. essenciais ao seu cão, existindo no mercado muita variedades e boas rações -, não deixando o leite maternos até à 5ª semana. Até aos 4 meses deverá ser alimentado três vezes por dia, a partir do 4º mês reduzir para duas refeições e a partir do mês 10 reduzir para uma refeição por dia, lembre-se de dar as refeições todos os dias á mesma hora. Respeite as quantidades indicadas na ração, não deixando o cão encher-se demasiado – quando comprar a ração peça o copo de medida. Caso o seu cão não coma tudo de uma só vez, não deixe ficar no comedouro o resto da comida, retire-a e volte só a alimentá-lo na próxima refeição – ter em conta que os cães no Verão têm tendência a comer menos.
O cão deverá ter sempre à disposição água limpa e fresca.
Saúde
Deverá vigiar o seu cão de forma a verificar algum comportamento fora do normal.
Não deverá dar ao seu cão medicamentos sem consultar primeiro o veterinário.
O Dálmata nunca se cansa e é difícil fazê-lo parar.
O Dálmata deve ir à rua três vezes por dia. O ideal é ter uma casa com jardim, mas isso não chega para substituir os passeios.
O pêlo
Um cão bem tratado sente-se bem e os cuidados com o seu corpo contribuirão muito para a sua saúde equilibrada.
O pêlo deve ser escovado duas vezes por semana, pode utilizar uma escova ou uma luva de borracha. Se o pêlo estiver húmido, deverá esfregá-lo com uma toalha e deixá-lo secar num local quente.
O pêlo do Dálmata não apresenta as generalizadas mudas sazonais, ele muda ao longo de todo o ano.
O Banho
Dois a quatro banhos por ano são suficientes, só devendo dar banho aos cachorros a partir do terceiro mês. No entanto, se o cão tiver andado a brincar junto de lixo, excrementos ou tiver tomado banho no mar, então será conveniente dar-lhe banho. Nunca utilize champô para humanos, pois o ph da sua pele é diferente do nosso. Use um champô adequado para a raça e o seu estado de desenvolvimento. A temperatura da água deverá rondar entre os 26º a 28º. Depois do banho esfregue-o cuidadosamente com uma toalha e deixe-o secar tranquilamente num lugar quente.
Nunca deverá utilizar secadores de qualquer espécie, pois pode queimar a pele do cão.
As orelhas
Como as orelhas dos Dálmatas são tombadas, é necessário inspeccioná-las e cuidar delas periodicamente. Limpe-as com um pouco de algodão – que não se desfie – enrole-o à volta do dedo indicador para tirar a secreção. Nunca introduza cotonetes ou outros objectos no buraco auricular, pois pode ferir os ouvidos. Se notar alguma crosta, mau odor ou segregação excessiva, ou verificar que o cão coça as orelhas ou a cabeça com frequência, deverá levá-lo ao veterinário.
Os olhos
Embora o Dálmata requeira menos cuidados com os olhos do que muitas outras raças, deverá retirar regularmente as secreções e corpo estranhos que se possam alojar nos cantos.
Se notar que os cantos dos olhos estão avermelhados, com secreções e lacrimosos, deverá levá-lo ao veterinário.
Os dentes
Os cachorros perdem os dentes de leite afiados por volta dos quatro meses. Terá de ter muito cuidado com a dentição seguinte, que é a definitiva. O cão poderá sofrer de cáries, parodontose e tártaro que provocam buracos, queda de dentes, gengivites e mau hálito. Os biscoitos e ossos, próprios para roer, são um óptimo meio de prevenção.
Patas e unhas
Tenha cuidado com os inúmeros corpos estranhos afiados que se podem introduzir nas patas. No Inverno a pele perde elasticidade devido ao frio, podendo nas regiões com temperaturas mais frias o gelo infiltrar-se na pele. A neve pode provocar queimaduras, por isso se passear com o seu cão em zonas com neve, deverá lavar-lhe as patas com água morna, secá-las bem e aplicar-lhe um creme próprio. Quando as unhas estiverem demasiado compridas, deverá levá-lo ao veterinário para as cortar. Em casa, poderá limá-las com um utensílio próprio para o efeito.
Golpes de calor
Nunca o deixe fechado dentro de um carro estacionado ao sol, pois as possibilidades de termoregulação do cão não são iguais às dos humanos. Se constatar que se verifica este fenómeno depois de uma exposição ao sol ou calor, baixe a temperatura corporal do cão submergindo-o em água fria.
Alimentação
Nunca dê ao seu cachorro leite de vaca, pois este irá provocar-lhe graves problemas intestinais devido ao facto de ser muito diferente do leite canino. Não lhe dê carne crua.
A alimentação de um cachorro nas primeiras 3 semanas de vida é constituída exclusivamente de leite materno. A partir da 3ª semana começar-se-á com pequenas porções de ração – a ração é preferível aos alimentos cozinhados em casa, pois são elaborados com a percentagem de carne, vitaminas, proteínas, gorduras etc. essenciais ao seu cão, existindo no mercado muita variedades e boas rações -, não deixando o leite maternos até à 5ª semana. Até aos 4 meses deverá ser alimentado três vezes por dia, a partir do 4º mês reduzir para duas refeições e a partir do mês 10 reduzir para uma refeição por dia, lembre-se de dar as refeições todos os dias á mesma hora. Respeite as quantidades indicadas na ração, não deixando o cão encher-se demasiado – quando comprar a ração peça o copo de medida. Caso o seu cão não coma tudo de uma só vez, não deixe ficar no comedouro o resto da comida, retire-a e volte só a alimentá-lo na próxima refeição – ter em conta que os cães no Verão têm tendência a comer menos.
O cão deverá ter sempre à disposição água limpa e fresca.
Saúde
Deverá vigiar o seu cão de forma a verificar algum comportamento fora do normal.
Não deverá dar ao seu cão medicamentos sem consultar primeiro o veterinário.
A Educação do Dálmata
A Educação do Dálmata
A educação tem como objectivo fazer com que o cão e o seu dono tenham a melhor comunicação possível. Se os dois não “falarem a mesma língua” ninguém se entende, e a confusão instala-se. Para tanto, precisamos entender como um cão vê o mundo, e agir sobre esta estrutura. Não podemos esperar que o cão entenda o mundo da mesma maneira que nós humanos.
Os cães vivem em grupos, e, como em todo grupo, a matilha também tem regras que devem ser seguidas para que a organização do grupo funcione. Uma das características mais marcantes de uma matilha é o seu sistema hierárquico, onde temos um só líder, e os demais membros vão se estabelecendo nos diversos níveis hierárquicos.
Quanto mais alta a posição na pirâmide, maiores são as responsabilidades deste membro. Na base da pirâmide estão os membros mais fracos da matilha e os filhotes. Ao líder cabem várias prerrogativas, como por exemplo a de comer primeiro, e cabe a responsabilidade de manter a matilha protegida e alimentada. Cabe também a definição das regras que vão garantir o funcionamento, e até mesmo a sobrevivência, da matilha. Todos os demais membros devem se submeter e respeitar tais regras, pois do contrário serão expulsos da matilha.
Quando educamos um cão, estamos na verdade transportando este esquema da matilha para nossa casa. Ou seja: temos que estabelecer níveis hierárquicos onde o cão estará sempre em posição inferior ao dono.
Uma educação só poderá ser considerado bem sucedida se conseguir que o dono do cão aprenda a ser líder. Ser um líder não é simplesmente reprimir o cão. Ser um líder é dar limites ao cão, é mostrar o que ele pode ou não fazer. Um cão não tem poder de discernimento, portanto não sabe avaliar o que pode ou não comer; o que é ou não perigoso; o que é um comportamento agradável ou não. Ao darmos limites a um cão estamos a mostrar-lhe que este papel cabe a nós. Com isso não colocamos sobre o cão o peso de saber garantir a própria sobrevivência.
Quando o dono não assume o papel de líder o cão acredita que o líder deva ser ele. Então temos um cão indefeso sentindo-se na obrigação de garantir a sobrevivência e segurança da matilha, no caso a sua família. Invariavelmente isto gera um cão tremendamente ansioso.
Outro efeito claro de cães que não têm um líder é que estes cães não sabem qual é o comportamento que os seus donos querem deles. Com isso eles não sabem como agradar o dono. O problema é que na maioria das vezes eles tentam agradar assumindo comportamentos que os donos detestam, mas não foram capazes reprimir. Alguns exemplos claros deste tipo de comportamento: pulam nos donos; mordem os donos para brincar; roubam objectos para que o dono tenha que sair correndo atrás deles; etc. O que se cria aqui é um círculo vicioso: o cão não tem limites, e sempre que seu dono vai brincar com ele, acaba se irritando. Com isso o dono pára de dar atenção ao cão, tornando-o muito carente. Quando o dono volta a dar atenção ao cão, este está tão sedento de carinho, que apresenta os mesmos comportamentos indesejáveis, mas agora de forma muito mais ansiosa, pois ele quer deter a atenção de seu dono de qualquer jeito. Em outras palavras: cães que não conhecem limites costumam ser muito chatos, e por consequência tremendamente carentes e infelizes.
Existem também cães que se tornam os líderes da matilha e fazem o que querem em casa. Estes cães não têm o hábito de obedecer ao dono. São cães cujos donos nunca se preocuparam em estabelecer uma relação de comando. No entanto, tais donos costumam ficar furiosos quando dão ordens a seus cães, e estes não tomam conhecimento. Ora, se a relação de comando não foi estabelecida anteriormente, o cão não terá porque obedecer a este dono. A obediência deve ser um hábito do cão, e não uma concessão. Quando o cão pode decidir se obedece ou não, é por que esta relação não está clara.
Quando nos afirmamos como líder da nossa matilha, estamos estabelecendo uma relação clara de obediência. Esta relação vai garantir a estabilidade emocional do nosso cão; garantir que teremos um cão que se comportará da forma que queremos; e muitas vezes garantir a segurança dele.
Muitos donos são dominados pelos seus cães sem perceber. Normalmente são cães obedientes, bonzinhos, carinhosos, e muito malandros. Eles mandam nos donos de forma tão doce, que os donos nem percebem que estão sendo mandados.
É necessária muita paciência e firmeza para educar um cão. Seja firme com ele, sim é SIM e não é NÃO
Nunca bata no seu cão.
Ensinar a sentar
Educar um cão requer, mais do que tudo, paciência e constância. Quando você ensina qualquer comando ao seu cão, deve repetir a lição sempre que possível, pois quanto mais ele treinar, mais fácil será para ele entender, e memorizar, o que você deseja que ele faça.
Tenha sempre biscoitos de cão ou outros petiscos à mão. Eles serão muito úteis para você recompensar o seu cão sempre que ele fizer o exercício correctamente.
Não use pedaços muito grandes. Quebre o biscoito em vários pedaços pequenos para evitar que o cão perca o interesse, por já estar satisfeito.
Um dos primeiros comandos que deverá ensinam é “sentar”.
Pegue um biscoito e fique de frente para o seu cão.
Chame-lhe a atenção para a sua mão. Deixe claro para ele que você tem um petisco na mão.
Ponha a sua mão uns 15 cm acima do focinho dele, e avance-a (lentamente) em direcção ao corpo dele, de forma que ele precise levantar o focinho para vê-la. Chegará um momento em que ele irá sentar, pois a maioria dos cães não gosta de andar para trás.
Nesse momento dê-lhe o biscoito, elogie-o, e repita este exercício mais algumas vezes. Com o tempo ele se sentará sempre que você puser sua mão à altura do focinho dele.
Se o seu cão ao invés de sentar começar a andar para trás, faça o exercício perto de uma parede, pois então ele não terá como andar para trás.
Quando você perceber que ele já sabe o que deve fazer para ganhar o petisco, faça o mesmo exercício dizendo “senta”.
Ensinar a deitar
Ensinar um cão a deitar não é difícil. Não tenha pressa. Se você perceber que o seu cão está cansado, e ainda não entendeu o exercício, pare e recomece noutra altura.
Muitos cães não sabem deitar correctamente, alguns deles costumam deitar com as patas traseiras para trás, encostando completamente a barriga no chão. Por isso a primeira parte deste comando é ensiná-lo a deitar, só depois é que você irá treiná-lo a deitar com o comando.
Primeiro é preciso que o cão já se saiba sentar, e nem sempre funciona com cães pequenos.
Fique na frente do seu cão, e dê o comando senta.
Quando ele já estiver sentado, pegue um petisco, passe a sua mão perto do focinho para que ele saiba que você tem um petisco na mão, e vá baixando-a (de vagar) até que fique na altura do peito do cão. Se o seu cão seguir a sua mão com o focinho dê o petisco. Senão, tente de novo.
Faça o mesmo movimento várias vezes, mas sempre pondo o petisco um pouco mais próximo do chão.
Se o seu cão tentar levantar-se diga não (com calma) e faça de novo o mesmo exercício.
Como o cão não se pode levantar para pegar o petisco, ele naturalmente vai tentar por as patas dianteiras para a frente. Recompense-o dando o petisco, e elogiando-o.
Vá fazendo este exercício, e recompense o seu cão a cada progresso dele. Chegará um momento em que ele terá que por a barriga no chão para pegar o petisco. Faça-lhe muitas festa, e dê alguns petiscos extras.
A partir daí, ponha o cão sentado, e encoste a sua mão no chão (sempre com o petisco), mas agora só dê o petisco quando ele encostar a barriga no chão.
Ensinar a vir ter consigo
De todos os comandos que ensinamos a um cão, este é o que se deve dar mais atenção. Ao ensinar este comando ao seu cão você pode estar garantindo a segurança dele, assim como de terceiros, principalmente se você gosta de deixar o seu cão solto em locais públicos.
Pegue um petisco, mostre ao seu cão, e diga vem ou aqui.
Espere que ele encoste o focinho na sua mão, então dê-lhe o petisco e faça-lhe muitos elogios.
Faça este exercício algumas vezes, até você perceber que ele entendeu bem o que você quer. Então comece a dar o comando vem ou aqui batendo a palma da mão na sua perna, segurando o petisco entre o seu polegar e a palma da mão, de forma a que o seu cão veja o petisco. Espere sempre que ele encoste o focinho na sua mão antes de dar o petisco.
Se em algum momento do exercício o seu cão não atender ao comando. Vire-lhe as costas, e vá embora. Espere 15 segundos e comece novamente. Deixe claro que se ele obedecer ele ganha o petisco, sua atenção e muito carinho, e caso ele não lhe obedeça ele perderá sua atenção.
Com o tempo vá fazendo o exercício com a mão vazia, mas logo que ele encostar o focinho na sua mão dê o petisco.
Aumente a distância entre você e o cão a cada exercício, aumentando o grau de dificuldade. Elogie-o sempre.
Dê o comando quando for brincar com ele, quando for dar ração ou um brinquedo novo... enfim associe este comando a uma coisa agradável. Desta forma ele atenderá sempre ao comando.
O que é mais importante neste comando é não cometer o erro mais comum entre os donos:
Se ele estiver a fazer algo de errado, nunca dê o comando vem ou aqui para o repreender. Ele não vai associar a repreensão ao que ele fez de errado. No raciocínio do seu cão você deu o comando; ele obedeceu, e você zangou-se com ele. Ou seja: todo o trabalho foi por “água abaixo”, pois da próxima vez que você o chamar ele terá medo de levar uma bronca e não virá. Se você precisar de o repreender, vá até onde ele está e então repreenda-o. Desta forma você não compromete o comando.
Não trabalhe muito tempo seguido com o seu cão. Se ele der sinal de cansaço, pare o exercício. Recomece mais tarde, ou no dia seguinte.
Não trabalhe com o seu cão em horários muito quentes ou logo após as refeições.
Procure iniciar o treino em locais tranquilos, em que você consiga controlar facilmente o seu cão.
Não treine o seu cão quando você estiver de mau humor ou cansado.
Nunca dê um comando várias vezes seguidas até que ele obedeça, por exemplo: deita, deita, deita... Se ele não obedecer ao comando dado, ignore-o por alguns segundos, e, se possível, saia de perto dele. Depois volte a repetir o comando e espere que ele obedeça.
A educação tem como objectivo fazer com que o cão e o seu dono tenham a melhor comunicação possível. Se os dois não “falarem a mesma língua” ninguém se entende, e a confusão instala-se. Para tanto, precisamos entender como um cão vê o mundo, e agir sobre esta estrutura. Não podemos esperar que o cão entenda o mundo da mesma maneira que nós humanos.
Os cães vivem em grupos, e, como em todo grupo, a matilha também tem regras que devem ser seguidas para que a organização do grupo funcione. Uma das características mais marcantes de uma matilha é o seu sistema hierárquico, onde temos um só líder, e os demais membros vão se estabelecendo nos diversos níveis hierárquicos.
Quanto mais alta a posição na pirâmide, maiores são as responsabilidades deste membro. Na base da pirâmide estão os membros mais fracos da matilha e os filhotes. Ao líder cabem várias prerrogativas, como por exemplo a de comer primeiro, e cabe a responsabilidade de manter a matilha protegida e alimentada. Cabe também a definição das regras que vão garantir o funcionamento, e até mesmo a sobrevivência, da matilha. Todos os demais membros devem se submeter e respeitar tais regras, pois do contrário serão expulsos da matilha.
Quando educamos um cão, estamos na verdade transportando este esquema da matilha para nossa casa. Ou seja: temos que estabelecer níveis hierárquicos onde o cão estará sempre em posição inferior ao dono.
Uma educação só poderá ser considerado bem sucedida se conseguir que o dono do cão aprenda a ser líder. Ser um líder não é simplesmente reprimir o cão. Ser um líder é dar limites ao cão, é mostrar o que ele pode ou não fazer. Um cão não tem poder de discernimento, portanto não sabe avaliar o que pode ou não comer; o que é ou não perigoso; o que é um comportamento agradável ou não. Ao darmos limites a um cão estamos a mostrar-lhe que este papel cabe a nós. Com isso não colocamos sobre o cão o peso de saber garantir a própria sobrevivência.
Quando o dono não assume o papel de líder o cão acredita que o líder deva ser ele. Então temos um cão indefeso sentindo-se na obrigação de garantir a sobrevivência e segurança da matilha, no caso a sua família. Invariavelmente isto gera um cão tremendamente ansioso.
Outro efeito claro de cães que não têm um líder é que estes cães não sabem qual é o comportamento que os seus donos querem deles. Com isso eles não sabem como agradar o dono. O problema é que na maioria das vezes eles tentam agradar assumindo comportamentos que os donos detestam, mas não foram capazes reprimir. Alguns exemplos claros deste tipo de comportamento: pulam nos donos; mordem os donos para brincar; roubam objectos para que o dono tenha que sair correndo atrás deles; etc. O que se cria aqui é um círculo vicioso: o cão não tem limites, e sempre que seu dono vai brincar com ele, acaba se irritando. Com isso o dono pára de dar atenção ao cão, tornando-o muito carente. Quando o dono volta a dar atenção ao cão, este está tão sedento de carinho, que apresenta os mesmos comportamentos indesejáveis, mas agora de forma muito mais ansiosa, pois ele quer deter a atenção de seu dono de qualquer jeito. Em outras palavras: cães que não conhecem limites costumam ser muito chatos, e por consequência tremendamente carentes e infelizes.
Existem também cães que se tornam os líderes da matilha e fazem o que querem em casa. Estes cães não têm o hábito de obedecer ao dono. São cães cujos donos nunca se preocuparam em estabelecer uma relação de comando. No entanto, tais donos costumam ficar furiosos quando dão ordens a seus cães, e estes não tomam conhecimento. Ora, se a relação de comando não foi estabelecida anteriormente, o cão não terá porque obedecer a este dono. A obediência deve ser um hábito do cão, e não uma concessão. Quando o cão pode decidir se obedece ou não, é por que esta relação não está clara.
Quando nos afirmamos como líder da nossa matilha, estamos estabelecendo uma relação clara de obediência. Esta relação vai garantir a estabilidade emocional do nosso cão; garantir que teremos um cão que se comportará da forma que queremos; e muitas vezes garantir a segurança dele.
Muitos donos são dominados pelos seus cães sem perceber. Normalmente são cães obedientes, bonzinhos, carinhosos, e muito malandros. Eles mandam nos donos de forma tão doce, que os donos nem percebem que estão sendo mandados.
É necessária muita paciência e firmeza para educar um cão. Seja firme com ele, sim é SIM e não é NÃO
Nunca bata no seu cão.
Ensinar a sentar
Educar um cão requer, mais do que tudo, paciência e constância. Quando você ensina qualquer comando ao seu cão, deve repetir a lição sempre que possível, pois quanto mais ele treinar, mais fácil será para ele entender, e memorizar, o que você deseja que ele faça.
Tenha sempre biscoitos de cão ou outros petiscos à mão. Eles serão muito úteis para você recompensar o seu cão sempre que ele fizer o exercício correctamente.
Não use pedaços muito grandes. Quebre o biscoito em vários pedaços pequenos para evitar que o cão perca o interesse, por já estar satisfeito.
Um dos primeiros comandos que deverá ensinam é “sentar”.
Pegue um biscoito e fique de frente para o seu cão.
Chame-lhe a atenção para a sua mão. Deixe claro para ele que você tem um petisco na mão.
Ponha a sua mão uns 15 cm acima do focinho dele, e avance-a (lentamente) em direcção ao corpo dele, de forma que ele precise levantar o focinho para vê-la. Chegará um momento em que ele irá sentar, pois a maioria dos cães não gosta de andar para trás.
Nesse momento dê-lhe o biscoito, elogie-o, e repita este exercício mais algumas vezes. Com o tempo ele se sentará sempre que você puser sua mão à altura do focinho dele.
Se o seu cão ao invés de sentar começar a andar para trás, faça o exercício perto de uma parede, pois então ele não terá como andar para trás.
Quando você perceber que ele já sabe o que deve fazer para ganhar o petisco, faça o mesmo exercício dizendo “senta”.
Ensinar a deitar
Ensinar um cão a deitar não é difícil. Não tenha pressa. Se você perceber que o seu cão está cansado, e ainda não entendeu o exercício, pare e recomece noutra altura.
Muitos cães não sabem deitar correctamente, alguns deles costumam deitar com as patas traseiras para trás, encostando completamente a barriga no chão. Por isso a primeira parte deste comando é ensiná-lo a deitar, só depois é que você irá treiná-lo a deitar com o comando.
Primeiro é preciso que o cão já se saiba sentar, e nem sempre funciona com cães pequenos.
Fique na frente do seu cão, e dê o comando senta.
Quando ele já estiver sentado, pegue um petisco, passe a sua mão perto do focinho para que ele saiba que você tem um petisco na mão, e vá baixando-a (de vagar) até que fique na altura do peito do cão. Se o seu cão seguir a sua mão com o focinho dê o petisco. Senão, tente de novo.
Faça o mesmo movimento várias vezes, mas sempre pondo o petisco um pouco mais próximo do chão.
Se o seu cão tentar levantar-se diga não (com calma) e faça de novo o mesmo exercício.
Como o cão não se pode levantar para pegar o petisco, ele naturalmente vai tentar por as patas dianteiras para a frente. Recompense-o dando o petisco, e elogiando-o.
Vá fazendo este exercício, e recompense o seu cão a cada progresso dele. Chegará um momento em que ele terá que por a barriga no chão para pegar o petisco. Faça-lhe muitas festa, e dê alguns petiscos extras.
A partir daí, ponha o cão sentado, e encoste a sua mão no chão (sempre com o petisco), mas agora só dê o petisco quando ele encostar a barriga no chão.
Ensinar a vir ter consigo
De todos os comandos que ensinamos a um cão, este é o que se deve dar mais atenção. Ao ensinar este comando ao seu cão você pode estar garantindo a segurança dele, assim como de terceiros, principalmente se você gosta de deixar o seu cão solto em locais públicos.
Pegue um petisco, mostre ao seu cão, e diga vem ou aqui.
Espere que ele encoste o focinho na sua mão, então dê-lhe o petisco e faça-lhe muitos elogios.
Faça este exercício algumas vezes, até você perceber que ele entendeu bem o que você quer. Então comece a dar o comando vem ou aqui batendo a palma da mão na sua perna, segurando o petisco entre o seu polegar e a palma da mão, de forma a que o seu cão veja o petisco. Espere sempre que ele encoste o focinho na sua mão antes de dar o petisco.
Se em algum momento do exercício o seu cão não atender ao comando. Vire-lhe as costas, e vá embora. Espere 15 segundos e comece novamente. Deixe claro que se ele obedecer ele ganha o petisco, sua atenção e muito carinho, e caso ele não lhe obedeça ele perderá sua atenção.
Com o tempo vá fazendo o exercício com a mão vazia, mas logo que ele encostar o focinho na sua mão dê o petisco.
Aumente a distância entre você e o cão a cada exercício, aumentando o grau de dificuldade. Elogie-o sempre.
Dê o comando quando for brincar com ele, quando for dar ração ou um brinquedo novo... enfim associe este comando a uma coisa agradável. Desta forma ele atenderá sempre ao comando.
O que é mais importante neste comando é não cometer o erro mais comum entre os donos:
Se ele estiver a fazer algo de errado, nunca dê o comando vem ou aqui para o repreender. Ele não vai associar a repreensão ao que ele fez de errado. No raciocínio do seu cão você deu o comando; ele obedeceu, e você zangou-se com ele. Ou seja: todo o trabalho foi por “água abaixo”, pois da próxima vez que você o chamar ele terá medo de levar uma bronca e não virá. Se você precisar de o repreender, vá até onde ele está e então repreenda-o. Desta forma você não compromete o comando.
Não trabalhe muito tempo seguido com o seu cão. Se ele der sinal de cansaço, pare o exercício. Recomece mais tarde, ou no dia seguinte.
Não trabalhe com o seu cão em horários muito quentes ou logo após as refeições.
Procure iniciar o treino em locais tranquilos, em que você consiga controlar facilmente o seu cão.
Não treine o seu cão quando você estiver de mau humor ou cansado.
Nunca dê um comando várias vezes seguidas até que ele obedeça, por exemplo: deita, deita, deita... Se ele não obedecer ao comando dado, ignore-o por alguns segundos, e, se possível, saia de perto dele. Depois volte a repetir o comando e espere que ele obedeça.
A Aquisição do Dálmata
A Aquisição do Dálmata
A aquisição de um Dálmata não deve ser irreflectida. Quando pensar adquirir um Dálmata deverá certificar-se primeiro de que dispõe das condições para o poder manter e de que quer, de facto, fazê-lo. Deve ter a certeza de que o entusiasmo inicial não desaparecerá com o tempo, e que o amor pelo cão não se desvanecerá. Se existirem algumas dúvidas, deverão ser antes da aquisição.
A sua vida irá sofrer alterações nos anos seguintes, quer no que respeita à família, profissão e até mesmo à habitação.
O cão deverá fazer parte dos seus objectivos e desejos pessoais. Ele é uma parte de si próprio nos próximos 15 anos, já que o Dálmata é uma raça com grande longevidade e a sua vitalidade mantém-se durante muito tempo. Um cachorro proporciona-lhe muita alegria, mas, à medida que vai crescendo, vai-lhe exigindo cada vez mais tempo, energia e despesas. Todos os membros da sua família deverão concordar com a aquisição. A falta de tempo poderá originar graves problemas ao animal, chegando por vezes ao ponto de ter de ser adoptado por outra pessoa ou em casos extremos de ser abatido.
O dispêndio de tempo é enorme, desde as primeiras semanas de vida até ser adulto.
Depois de se ter decidido pela aquisição de um Dálmata, terá de pensar onde o irá buscar. Deverá falar previamente com donos de Dálmatas e dar-lhes a conhecer o seu interesse por esta raça. Isso proporcionar-lhe-á contactos com criadores.
Adquira o seu cachorro apenas a um criador que o esteja a criar em família, pois os Dálmatas são animais de matilha que precisam de estar integrados numa família que os acarinhe. Para este tipo de criadores, ter um cachorro é uma alegria e não algo lucrativo. Há muitas pessoas que criam raças que estão na moda, ou com muita procura no momento, pelo que só criam cachorros com o intuito meramente lucrativo.
Macho ou Fêmea ?
Os dois sexos têm muitas características comuns, ambos gostam muito de elogios, de ser levados a passear e de meiguices.
As fêmeas são um pouco mais pequenas e mais leves do que os machos, pelo que poderão ser mais adequadas a pessoas frágeis ou crianças.
Durante os passeios, as fêmeas parecem estar mais soltas, mas não se afastam do dono. Pelo contrário os machos gostam de mostrar domínio territorial o que fazem alçando a perna com frequência e marcando o local com urina.
As fêmeas têm o cio duas vezes por ano. Nessas alturas, elas vão deixando cair gotas de urina, depois sangue e secreções como forma de aviso para os machos das redondezas. Se não quiser que a sua cadela engravide, deverá segurá-la pela trela com firmeza quando a levar à rua nos dias de ovulação/fertilidade que ocorre desde o 9º ao 14º dia do cio.
Os machos não resistem a uma cadela com o cio. Eles encontrarão meios de ultrapassar todos os obstáculos para atingirem o seu objectivo.
A aquisição de um Dálmata não deve ser irreflectida. Quando pensar adquirir um Dálmata deverá certificar-se primeiro de que dispõe das condições para o poder manter e de que quer, de facto, fazê-lo. Deve ter a certeza de que o entusiasmo inicial não desaparecerá com o tempo, e que o amor pelo cão não se desvanecerá. Se existirem algumas dúvidas, deverão ser antes da aquisição.
A sua vida irá sofrer alterações nos anos seguintes, quer no que respeita à família, profissão e até mesmo à habitação.
O cão deverá fazer parte dos seus objectivos e desejos pessoais. Ele é uma parte de si próprio nos próximos 15 anos, já que o Dálmata é uma raça com grande longevidade e a sua vitalidade mantém-se durante muito tempo. Um cachorro proporciona-lhe muita alegria, mas, à medida que vai crescendo, vai-lhe exigindo cada vez mais tempo, energia e despesas. Todos os membros da sua família deverão concordar com a aquisição. A falta de tempo poderá originar graves problemas ao animal, chegando por vezes ao ponto de ter de ser adoptado por outra pessoa ou em casos extremos de ser abatido.
O dispêndio de tempo é enorme, desde as primeiras semanas de vida até ser adulto.
Depois de se ter decidido pela aquisição de um Dálmata, terá de pensar onde o irá buscar. Deverá falar previamente com donos de Dálmatas e dar-lhes a conhecer o seu interesse por esta raça. Isso proporcionar-lhe-á contactos com criadores.
Adquira o seu cachorro apenas a um criador que o esteja a criar em família, pois os Dálmatas são animais de matilha que precisam de estar integrados numa família que os acarinhe. Para este tipo de criadores, ter um cachorro é uma alegria e não algo lucrativo. Há muitas pessoas que criam raças que estão na moda, ou com muita procura no momento, pelo que só criam cachorros com o intuito meramente lucrativo.
Macho ou Fêmea ?
Os dois sexos têm muitas características comuns, ambos gostam muito de elogios, de ser levados a passear e de meiguices.
As fêmeas são um pouco mais pequenas e mais leves do que os machos, pelo que poderão ser mais adequadas a pessoas frágeis ou crianças.
Durante os passeios, as fêmeas parecem estar mais soltas, mas não se afastam do dono. Pelo contrário os machos gostam de mostrar domínio territorial o que fazem alçando a perna com frequência e marcando o local com urina.
As fêmeas têm o cio duas vezes por ano. Nessas alturas, elas vão deixando cair gotas de urina, depois sangue e secreções como forma de aviso para os machos das redondezas. Se não quiser que a sua cadela engravide, deverá segurá-la pela trela com firmeza quando a levar à rua nos dias de ovulação/fertilidade que ocorre desde o 9º ao 14º dia do cio.
Os machos não resistem a uma cadela com o cio. Eles encontrarão meios de ultrapassar todos os obstáculos para atingirem o seu objectivo.
A Família e o Dálmata
A Família e o Dálmata
O Dálmata é um cão amigável e terno. É de confiança, muito meigo e sensível. Percebe com facilidade o estado de espírito dos seus donos através do tom de voz. Os seus bons sentimentos estendem-se aos amigos dos donos, de quem acaba por se tornar igualmente amigo. Por outro lado não esquece algo de mau que lhe façam – retrai-se e fica triste.
O Dálmata não tem medo e protege a sua família se pressentir o perigo. No entanto, não é agressivo. Em casa, dá sinal quando alguém bate à porta. Se em pequeno tiver tido pouco contacto com pessoas ou se tiver sido educado com rigidez mostra-se tímido e inseguro. Por ser um cão alegre é frequente vê-lo a RIR para o dono ou para pessoas de que ele goste.
O Dálmata adapta-se com facilidade à casa e comporta-se de forma tranquila.
O Dálmata é o cão ideal para estar em casa, porta-se bem e é extremamente limpo. O seu pêlo curto e fácil de manter permite-lhe estar sempre elegante, não cheirando mal quando está húmido.
O Dálmata por norma é um cão sossegado.
O Dálmata adora viajar de automóvel, quando for de férias leve-o consigo – não se esqueça que deverá ir atrás, de preferência com uma rede de protecção e com cinto de segurança. Não o deixe incomodar o condutor ou andar de um lado para o outro, pois isso poderá provocar um acidente. O cão tem de aprender a comportar-se como qualquer outro “passageiro”. Apesar de gostarem de andar de automóvel, alguns enjoam depressa. Quando tal acontecer, pare o veículo para o cão apanhar ar e mexer-se um pouco – antes de viajar peça ao veterinário um medicamento para o enjoo.
Quando for de férias NÃO ABANDONE o seu animal
Actualmente já existem em todo o país vários hotéis que aceitam animais
O primeiro dia no novo ambiente, ou seja, já afastado dos seus irmãos e da mãe, é certamente muito difícil para o cachorro. Na maior parte das vezes, são necessárias várias noites até que se habitue à sua nova casa e donos.
Depois de deitar o cachorro não se vá logo embora, fale com ele com um tom “doce” para o reconfortar e faça-lhe festas até ele se acalmar.
Deverá tentar evitar a excitação natural de se ter um novo membro na família, o que nem sempre é fácil, especialmente quando há crianças.
O Dálmata é um cão bastante adequado para viver com crianças. Gosta de brincar e é muito meigo no seu contacto com elas. Adora as festas que recebe dos membros mais pequenos da família.
As crianças beneficiam muito com a companhia de um cão, sentem-se protegidas, contam com um amigo para brincar, incansável e de confiança sólida. Para um filho único um cão significa não só brincadeira, mas também um ouvinte de todos os seus segredos. Apesar do cão não conversar é um bom ouvinte
O cão nunca recusa companhia ou ajuda a uma criança, está sempre presente para animar.
É conveniente que o cão tenha contacto com pessoas e outros animais desde cedo e que desses encontros resultem boas experiências.
Respeite o animal e os seus valores inatos
Ofereça-lhe um espaço de vida suficiente e uma actividade diária
Proporcione-lhe vacinação e controlo veterinário
Forneça-lhe uma alimentação sã e equilibrada que responda às suas verdadeiras necessidades
Eduque-o sem que ele desenvolva um comportamento
O Dálmata é um cão amigável e terno. É de confiança, muito meigo e sensível. Percebe com facilidade o estado de espírito dos seus donos através do tom de voz. Os seus bons sentimentos estendem-se aos amigos dos donos, de quem acaba por se tornar igualmente amigo. Por outro lado não esquece algo de mau que lhe façam – retrai-se e fica triste.
O Dálmata não tem medo e protege a sua família se pressentir o perigo. No entanto, não é agressivo. Em casa, dá sinal quando alguém bate à porta. Se em pequeno tiver tido pouco contacto com pessoas ou se tiver sido educado com rigidez mostra-se tímido e inseguro. Por ser um cão alegre é frequente vê-lo a RIR para o dono ou para pessoas de que ele goste.
O Dálmata adapta-se com facilidade à casa e comporta-se de forma tranquila.
O Dálmata é o cão ideal para estar em casa, porta-se bem e é extremamente limpo. O seu pêlo curto e fácil de manter permite-lhe estar sempre elegante, não cheirando mal quando está húmido.
O Dálmata por norma é um cão sossegado.
O Dálmata adora viajar de automóvel, quando for de férias leve-o consigo – não se esqueça que deverá ir atrás, de preferência com uma rede de protecção e com cinto de segurança. Não o deixe incomodar o condutor ou andar de um lado para o outro, pois isso poderá provocar um acidente. O cão tem de aprender a comportar-se como qualquer outro “passageiro”. Apesar de gostarem de andar de automóvel, alguns enjoam depressa. Quando tal acontecer, pare o veículo para o cão apanhar ar e mexer-se um pouco – antes de viajar peça ao veterinário um medicamento para o enjoo.
Quando for de férias NÃO ABANDONE o seu animal
Actualmente já existem em todo o país vários hotéis que aceitam animais
O primeiro dia no novo ambiente, ou seja, já afastado dos seus irmãos e da mãe, é certamente muito difícil para o cachorro. Na maior parte das vezes, são necessárias várias noites até que se habitue à sua nova casa e donos.
Depois de deitar o cachorro não se vá logo embora, fale com ele com um tom “doce” para o reconfortar e faça-lhe festas até ele se acalmar.
Deverá tentar evitar a excitação natural de se ter um novo membro na família, o que nem sempre é fácil, especialmente quando há crianças.
O Dálmata é um cão bastante adequado para viver com crianças. Gosta de brincar e é muito meigo no seu contacto com elas. Adora as festas que recebe dos membros mais pequenos da família.
As crianças beneficiam muito com a companhia de um cão, sentem-se protegidas, contam com um amigo para brincar, incansável e de confiança sólida. Para um filho único um cão significa não só brincadeira, mas também um ouvinte de todos os seus segredos. Apesar do cão não conversar é um bom ouvinte
O cão nunca recusa companhia ou ajuda a uma criança, está sempre presente para animar.
É conveniente que o cão tenha contacto com pessoas e outros animais desde cedo e que desses encontros resultem boas experiências.
Respeite o animal e os seus valores inatos
Ofereça-lhe um espaço de vida suficiente e uma actividade diária
Proporcione-lhe vacinação e controlo veterinário
Forneça-lhe uma alimentação sã e equilibrada que responda às suas verdadeiras necessidades
Eduque-o sem que ele desenvolva um comportamento
O Estalão do Dálmata
O Estalão do Dálmata
Padrão F.C.I.: 153
Origem: Dálmacia, República da Croácia
Nome de Origem: Dalmatinac
Utilização: Cão de companhia, cão de família
Classificação FCI:
- Grupo 06 - Cães de corrida, cães de caça e raças semelhantes
- Secção 3 - Raças semelhantes sem provas de trabalho
Aparência Geral: Cão marcadamente malhado. É um cão forte, musculoso, activo, harmonioso e rápido, podendo correr com rapidez durante muito tempo.
Comportamento e carácter: Sociável e amigável, não é tímido nem desconfiado, não apresentando sinais de nervosismo ou agressividade.
Cabeça e Crânio: Cabeça de bom comprimento. Crânio plano, largo entre as orelhas que deverão ser bem desenhadas ao nível das têmperas. Stop bem marcado. Rugas são indesejáveis. Focinho comprido e poderoso, jamais afilado. Os lábios secos, ajustados aos maxilares, não devem ser pendentes (soltos). Na variedade de manchas pretas, o nariz é sempre preto, nos cães de manchas castanhas, o nariz é sempre castanho.
Maxilares e Dentes: Maxilar forte, dentição perfeita, completa e regular, com articulação em tesoura.
Olhos: De tamanho médio e equidistantes do centro, redondos, vivos e brilhantes. Têm uma expressão inteligente. Sua cor é escura nos cães de manchas pretas, e de cor castanho - não muito escuro e âmbar nos cães de manchas castanhas. O contorno dos olhos dos cães com manchas pretas é da mesma cor ou muito escura, assim como o dos cães com manchas castanhas.
Orelhas: Inserção alta, largas na base, tamanho médio, colocadas rentes à cabeça, vão diminuindo de largura até a ponta arredondada. De espessura fina e completamente malhadas.
Pescoço: Comprimento moderado, graciosamente arqueado, elegante, diminuindo em direcção à cabeça, sem apresentar papos.
Corpo: O tórax é profundo e largo, costelas bem arqueadas e cernelha bem marcada. O dorso é robusto e recto. O lombo é bem musculado e o ventre levemente arqueado.
Cauda: De comprimento próximo ao nível da articulação tibiotársica, grossa na raiz, diminuindo gradualmente até a ponta. Não deve ser nem muito baixa nem muito alta. Com uma ligeira curva para cima, mas sem enrolar. Dá-se preferência às que apresentam manchas.
Membros anteriores: Espáduas ligeiramente oblíquas e bem, musculadas. Cotovelos ajustados ao tórax. Patas dianteiras rectas e com ossos fortes. As articulações carpianas devem ser elásticas.
Membros posteriores: Músculos fortemente desenvolvidos e nitidamente marcados, bem como as articulações dos joelhos. Articulações tibiotársicas ligeiramente anguladas. Vistos de trás, os posteriores são paralelos.
Patas: Redondas e com os dedos fechados. Dedos almofadados e redondo. Unhas pretas ou brancas nos cães com manchas pretas e castanhas ou brancas nos cães com manchas castanhas.
Movimentação: Movimentos uniformes, poderosos, rítmicos, com passadas longas. Vistos de trás, os membros deslocam-se em planos paralelos e os membros posteriores na mesma linha dos anteriores. Passadas curtas e desapoiadas são considerados defeitos.
Pêlo: Pêlo curto, duro, denso, com aspecto liso e brilhante.
Cor: A cor base é o branco puro. Os cães de variedade preto têm manchas numulares preto escuro, os de variedade castanho, as manchas são de cor castanha. As manchas não se devem misturar. São redondas, bem definidas, bem distribuídas e com um diâmetro de 2 a 3cm. As manchas situadas na cabeça, na cauda e nas extremidades devem ser mais pequenas.
Dimensão: A harmonia geral e proporção são de muita importância.
- machos: 56 a 61cm;
- fêmeas: 54 a 59cm.
Peso ideal:
- machos: cerca de 27kg;
- fêmeas: cerca de 24kg.
NOTA: Os machos devem apresentar dois testículos de aspecto normal e completamente descidos.
Padrão F.C.I.: 153
Origem: Dálmacia, República da Croácia
Nome de Origem: Dalmatinac
Utilização: Cão de companhia, cão de família
Classificação FCI:
- Grupo 06 - Cães de corrida, cães de caça e raças semelhantes
- Secção 3 - Raças semelhantes sem provas de trabalho
Aparência Geral: Cão marcadamente malhado. É um cão forte, musculoso, activo, harmonioso e rápido, podendo correr com rapidez durante muito tempo.
Comportamento e carácter: Sociável e amigável, não é tímido nem desconfiado, não apresentando sinais de nervosismo ou agressividade.
Cabeça e Crânio: Cabeça de bom comprimento. Crânio plano, largo entre as orelhas que deverão ser bem desenhadas ao nível das têmperas. Stop bem marcado. Rugas são indesejáveis. Focinho comprido e poderoso, jamais afilado. Os lábios secos, ajustados aos maxilares, não devem ser pendentes (soltos). Na variedade de manchas pretas, o nariz é sempre preto, nos cães de manchas castanhas, o nariz é sempre castanho.
Maxilares e Dentes: Maxilar forte, dentição perfeita, completa e regular, com articulação em tesoura.
Olhos: De tamanho médio e equidistantes do centro, redondos, vivos e brilhantes. Têm uma expressão inteligente. Sua cor é escura nos cães de manchas pretas, e de cor castanho - não muito escuro e âmbar nos cães de manchas castanhas. O contorno dos olhos dos cães com manchas pretas é da mesma cor ou muito escura, assim como o dos cães com manchas castanhas.
Orelhas: Inserção alta, largas na base, tamanho médio, colocadas rentes à cabeça, vão diminuindo de largura até a ponta arredondada. De espessura fina e completamente malhadas.
Pescoço: Comprimento moderado, graciosamente arqueado, elegante, diminuindo em direcção à cabeça, sem apresentar papos.
Corpo: O tórax é profundo e largo, costelas bem arqueadas e cernelha bem marcada. O dorso é robusto e recto. O lombo é bem musculado e o ventre levemente arqueado.
Cauda: De comprimento próximo ao nível da articulação tibiotársica, grossa na raiz, diminuindo gradualmente até a ponta. Não deve ser nem muito baixa nem muito alta. Com uma ligeira curva para cima, mas sem enrolar. Dá-se preferência às que apresentam manchas.
Membros anteriores: Espáduas ligeiramente oblíquas e bem, musculadas. Cotovelos ajustados ao tórax. Patas dianteiras rectas e com ossos fortes. As articulações carpianas devem ser elásticas.
Membros posteriores: Músculos fortemente desenvolvidos e nitidamente marcados, bem como as articulações dos joelhos. Articulações tibiotársicas ligeiramente anguladas. Vistos de trás, os posteriores são paralelos.
Patas: Redondas e com os dedos fechados. Dedos almofadados e redondo. Unhas pretas ou brancas nos cães com manchas pretas e castanhas ou brancas nos cães com manchas castanhas.
Movimentação: Movimentos uniformes, poderosos, rítmicos, com passadas longas. Vistos de trás, os membros deslocam-se em planos paralelos e os membros posteriores na mesma linha dos anteriores. Passadas curtas e desapoiadas são considerados defeitos.
Pêlo: Pêlo curto, duro, denso, com aspecto liso e brilhante.
Cor: A cor base é o branco puro. Os cães de variedade preto têm manchas numulares preto escuro, os de variedade castanho, as manchas são de cor castanha. As manchas não se devem misturar. São redondas, bem definidas, bem distribuídas e com um diâmetro de 2 a 3cm. As manchas situadas na cabeça, na cauda e nas extremidades devem ser mais pequenas.
Dimensão: A harmonia geral e proporção são de muita importância.
- machos: 56 a 61cm;
- fêmeas: 54 a 59cm.
Peso ideal:
- machos: cerca de 27kg;
- fêmeas: cerca de 24kg.
NOTA: Os machos devem apresentar dois testículos de aspecto normal e completamente descidos.
A História do Dálmata
A História do Dálmata
O pêlo branco e as inúmeras manchas pretas - ou castanhas - fazem do Dálmata um cão com enorme originalidade e singularidade.
O seu aspecto nobre e esbelto torna-o um cão muito elegante.
Contudo, nem ele nem o dono devem tornar-se pretensiosos devido à sua aparência.
A origem do Dálmata é desconhecida e muito se tem contado a esse respeito.
Conta-se que provém da província indiana de Bengala, e por isso é também conhecido por "perdigueiro bengalês" ou "cão tigre".
O próprio nome francês "Braque de Bengale", atribuído pela Fédération Cynologique Internationale, deve-se a esta origem indiana.
Atribui-se igualmente a sua proveniência à ex-Jugoslávia. As provas da sua existência na Península Adriática advém de pinturas italianas do século XVI. Por esta razão o Dálmata é também denominado de "perdigueiro de Ragusanis", em homenagem à Jugoslávia.
Imagens que remontam ao antigo Egipto revelam-nos cães brancos de manchas escuras, cuja estrutura corporal também se assemelha à dos cães dos faraós. Provavelmente, terão surgido cães com manchas há milhares de anos, os quais se multiplicaram através de cruzamentos. Como os Egípcios, e depois deles os Cartagineses, Gregos e Romanos dominaram várias regiões do mundo, talvez tenham levado para essas regiões cães com manchas pretas como presentes para os governantes desses territórios. Terá sido assim que estes cães raros e muito apreciados surgiram também na Dalmácia.
Assim, no decorrer da História, este cão com manchas difundiu-se em diversos países.
Também as suas actividades têm tido diversificadas. Já foi utilizado como cão de guerra, como sentinela nas fronteiras da Dalmácia e da Croácia. Também é conhecido pelas suas heróicas performances na luta contra o fogo e como mascote das corporações de bombeiros. Como cão de caça já foi utilizado na caçada a aves, veados e javalis, como rastreador e como retriever. Mas, entre todos os seus talentos, o mais importante é sem dúvida o original, como cão de acompanhar carruagens. O Dálmata provou muitas vezes a sua sociabilidade com cavalos, e ainda hoje gosta de andar junto de cavaleiros.
Foi também o charme exclusivo das pintas que alçou a raça ao estrelato em 1961, com o lançamento de "Os 101 Dálmatas", da Disney. O desenho conta a história de uma milionária excêntrica e inescrupulosa, capaz de tudo para ter um maravilhoso e original casaco de peles de Dálmatas. Criadores do mundo todo admitem que a popularidade do Dálmata nas últimas três décadas esteve intimamente ligada ao grande sucesso deste desenho animado.
O pêlo branco e as inúmeras manchas pretas - ou castanhas - fazem do Dálmata um cão com enorme originalidade e singularidade.
O seu aspecto nobre e esbelto torna-o um cão muito elegante.
Contudo, nem ele nem o dono devem tornar-se pretensiosos devido à sua aparência.
A origem do Dálmata é desconhecida e muito se tem contado a esse respeito.
Conta-se que provém da província indiana de Bengala, e por isso é também conhecido por "perdigueiro bengalês" ou "cão tigre".
O próprio nome francês "Braque de Bengale", atribuído pela Fédération Cynologique Internationale, deve-se a esta origem indiana.
Atribui-se igualmente a sua proveniência à ex-Jugoslávia. As provas da sua existência na Península Adriática advém de pinturas italianas do século XVI. Por esta razão o Dálmata é também denominado de "perdigueiro de Ragusanis", em homenagem à Jugoslávia.
Imagens que remontam ao antigo Egipto revelam-nos cães brancos de manchas escuras, cuja estrutura corporal também se assemelha à dos cães dos faraós. Provavelmente, terão surgido cães com manchas há milhares de anos, os quais se multiplicaram através de cruzamentos. Como os Egípcios, e depois deles os Cartagineses, Gregos e Romanos dominaram várias regiões do mundo, talvez tenham levado para essas regiões cães com manchas pretas como presentes para os governantes desses territórios. Terá sido assim que estes cães raros e muito apreciados surgiram também na Dalmácia.
Assim, no decorrer da História, este cão com manchas difundiu-se em diversos países.
Também as suas actividades têm tido diversificadas. Já foi utilizado como cão de guerra, como sentinela nas fronteiras da Dalmácia e da Croácia. Também é conhecido pelas suas heróicas performances na luta contra o fogo e como mascote das corporações de bombeiros. Como cão de caça já foi utilizado na caçada a aves, veados e javalis, como rastreador e como retriever. Mas, entre todos os seus talentos, o mais importante é sem dúvida o original, como cão de acompanhar carruagens. O Dálmata provou muitas vezes a sua sociabilidade com cavalos, e ainda hoje gosta de andar junto de cavaleiros.
Foi também o charme exclusivo das pintas que alçou a raça ao estrelato em 1961, com o lançamento de "Os 101 Dálmatas", da Disney. O desenho conta a história de uma milionária excêntrica e inescrupulosa, capaz de tudo para ter um maravilhoso e original casaco de peles de Dálmatas. Criadores do mundo todo admitem que a popularidade do Dálmata nas últimas três décadas esteve intimamente ligada ao grande sucesso deste desenho animado.
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