A terceira ninhada da Lolita com o Shifu

A terceira ninhada da Lolita com o Shifu nasceu no dia 28 de dezembro de 2013.
Tem duas fêmeas e 5 machos
Foram para os seguintes donos:

A segunda ninhada da Lolita com o Shifu

A segunda ninhada da Lolita nasceu no dia 10 de Maio de 2013.
Nasceram 9 cachorrinhos, 5 machos e 4 fêmeas.
Dois machos têm pintas CASTANHAS
Foram adotados pelos seguintes donos:

A primeira ninhada da Lolita

A 1ª ninhada da Lolita nasceu na madrugada do dia 14 de setembro de 2012. A Lolita teve 7 cachorrinhos, 6 fêmeas e 1 macho.
Demonstrou ser uma mãe extremosa, muito dedicada e os seus cachorros.
Foram adotados pelos seguintes donos:

A Lolita prenha pela primeira vez

Bi da Lolita

Nome Lolita Data de Nascimento: 30-01-2011

Quem pensar em adquirir um cão deve ler...

"Como é que pudeste?..."

Quando era um cachorrinho, eu distraía-te com as minhas traquinices e fazia-te rir.
Chamavas-me tua criança e, apesar de um certo número de sapatos mastigados e um par de almofadas destruídas, eu tornei-me na tua melhor amiga.
Sempre que eu fazia algo de errado, tu abanavas o teu dedo para mim e dizias: "Como é que pudeste?..." mas depois tu arrependias-te e rolavas-me no chão para me coçar a barriga. O meu treino demorou um pouco mais do que o esperado porque tu estavas sempre muito ocupado, mas juntos conseguimos arranjar uma solução...
Eu lembro-me daquelas noites em que me aninhava em ti na cama e ouvia as tuas confidências e sonhos secretos - acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita. Nós os dois fazíamos longos passeios e corridas no parque, andávamos de carro, e parávamos para um gelado (eu ganhava só a bolachinha porque "gelado não faz bem aos cães" - dizias tu) e eu apanhava longos banhos de sol enquanto aguardava a tua volta para casa ao final do dia.
Aos poucos passaste a gastar mais tempo no trabalho com a tua carreira e levavas mais tempo a procurar uma companheira humana. Eu esperei por ti pacientemente, confortei todas as tuas mágoas e desilusões, nunca te repreendi pelas más escolhas que tomaste, e vibrei de alegria nas tuas chegadas a casa e quando te apaixonaste... Ela, agora tua esposa, não é uma "apreciadora de cães" - ainda assim eu recebi-a na nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e obedeci-lhe.
Sentia-me feliz porque tu estavas feliz.
Então vieram os bebés humanos e eu reparti contigo o entusiasmo. Eu estava fascinada pelos seus tons rosados, os seus cheiros, e queria muito tratar deles também. Mas ela e tu tinham medo de que eu pudesse magoá-los, e eu passei a maior parte do tempo a ser expulsa para outra sala, ou para a minha casotinha...
Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu tornei-me numa "prisioneira do amor."
À medida que foram crescendo, tornei-me amiga deles. Eles agarravam-se ao meu pêlo e levantavam-se sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos nos meus olhos, examinavam as minhas orelhas, e davam beijos no meu nariz. Eu adorava isso tudo, e o toque das suas mãozinhas - porque os teus toques agora eram tão raros - e eu teria-os defendido com a minha própria vida, se fosse preciso. Eu esgueirava-me para as suas camas e juntos esperávamos pelo barulho do teu carro de regresso.
Houve uma altura, quando alguém perguntava se tinhas um cachorro, em que tu tiravas uma foto minha da tua carteira e contavas histórias sobre mim. Nos últimos anos tu apenas respondias "sim" e mudavas de assunto. Eu passei de "teu cão" para "apenas um cão" e tu reclamavas de cada gasto que tinhas comigo.
Agora tu tens uma nova oportunidade de carreira noutra cidade, e vocês irão mudar-se para um apartamento onde não são permitidos animais. Tu tomaste a decisão acertada para a tua "família", mas houve uma altura em que eu era a tua única família.
Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegámos ao canil. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desespero. Tu preencheste a papelada e disseste "Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela"... Eles mexeram os ombros e lançaram-te um olhar compadecido. Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia-idade, mesmo um com "papéis". Tu tiveste que libertar os dedos do teu filho da minha coleira enquanto ele gritava "Não, papá! Por favor, não deixes que levem o meu cão!". E eu preocupei-me por ele, e com a lição que tu tinhas acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo o tipo de vida. Tu deste-me um mimo de adeus na minha cabeça, evitaste o meu olhar e, educadamente, recusaste levar a minha coleira e trela contigo. Tu tinhas um tempo-limite para te habituares e agora eu também tenho um.
Depois de partires, as duas simpáticas senhoras que te atenderam comentaram que tu provavelmente sabias já com alguns meses de antecedência que terias de tomar aquela decisão e não fizeste nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim. Elas sacudiram a cabeça e disseram "Como é que pudeste?". Elas são tão atenciosas para nós aqui no canil, quanto os seus ocupados horários lhes permitem.
Elas alimentam-nos, claro, mas eu perdi o meu apetite à dias atrás. De início, sempre que alguém passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosses tu - que tivesses mudado de ideias - que isto fosse tudo um pesadelo.... ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que me pudesse salvar. Quando percebi que não poderia competir com os alegres cachorrinhos que lá estavam, inconscientes dos seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar a atenção, afastei-me para um canto distante, e aguardei.
Ouvi os seus passos quando ele veio até mim ao final do dia, e segui-o ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ele colocou-me sobre a mesa, acariciou as minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. O meu coração acelerou-se na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio. A prisioneira do amor tinha esgotado os seus dias.
Como é da minha natureza, estava mais preocupada com ele. O fardo que carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ele gentilmente colocou um torniquete à volta da minha perna da frente, enquanto uma lágrima corria pela sua face. Lambi a sua mão da mesma maneira que costumava fazer para confortar-te há tantos anos atrás. Ele habilmente espetou a agulha hipodérmica na minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através do meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei para dentro dos teus olhos gentis e murmurei "Como é que pudeste?".
Talvez por ter entendido o meu latido canino, ele disse "Sinto muito!", abraçou-me e apressadamente explicou que era o seu trabalho, fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me desenrascar para sobreviver - um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre. E com a minha última gota de energia tentei transmitir-lhe com uma sacudidela da minha cauda que o meu "Como é que pudeste?" não era dirigido a ele.
Era em ti, Meu Amado Dono, que eu estava a pensar. Pensarei em ti e esperarei por ti eternamente. Possa alguém na tua vida continuar a demonstrar-te tanta lealdade...

fonte do texto -
ABRA - Associação Bracarense Amigos dos Animais

A Manutenção do Dálmata

A Manutenção do Dálmata

O Dálmata nunca se cansa e é difícil fazê-lo parar.
O Dálmata deve ir à rua três vezes por dia. O ideal é ter uma casa com jardim, mas isso não chega para substituir os passeios.

O pêlo
Um cão bem tratado sente-se bem e os cuidados com o seu corpo contribuirão muito para a sua saúde equilibrada.
O pêlo deve ser escovado duas vezes por semana, pode utilizar uma escova ou uma luva de borracha. Se o pêlo estiver húmido, deverá esfregá-lo com uma toalha e deixá-lo secar num local quente.
O pêlo do Dálmata não apresenta as generalizadas mudas sazonais, ele muda ao longo de todo o ano.

O Banho
Dois a quatro banhos por ano são suficientes, só devendo dar banho aos cachorros a partir do terceiro mês. No entanto, se o cão tiver andado a brincar junto de lixo, excrementos ou tiver tomado banho no mar, então será conveniente dar-lhe banho. Nunca utilize champô para humanos, pois o ph da sua pele é diferente do nosso. Use um champô adequado para a raça e o seu estado de desenvolvimento. A temperatura da água deverá rondar entre os 26º a 28º. Depois do banho esfregue-o cuidadosamente com uma toalha e deixe-o secar tranquilamente num lugar quente.
Nunca deverá utilizar secadores de qualquer espécie, pois pode queimar a pele do cão.

As orelhas
Como as orelhas dos Dálmatas são tombadas, é necessário inspeccioná-las e cuidar delas periodicamente. Limpe-as com um pouco de algodão – que não se desfie – enrole-o à volta do dedo indicador para tirar a secreção. Nunca introduza cotonetes ou outros objectos no buraco auricular, pois pode ferir os ouvidos. Se notar alguma crosta, mau odor ou segregação excessiva, ou verificar que o cão coça as orelhas ou a cabeça com frequência, deverá levá-lo ao veterinário.

Os olhos
Embora o Dálmata requeira menos cuidados com os olhos do que muitas outras raças, deverá retirar regularmente as secreções e corpo estranhos que se possam alojar nos cantos.
Se notar que os cantos dos olhos estão avermelhados, com secreções e lacrimosos, deverá levá-lo ao veterinário.

Os dentes
Os cachorros perdem os dentes de leite afiados por volta dos quatro meses. Terá de ter muito cuidado com a dentição seguinte, que é a definitiva. O cão poderá sofrer de cáries, parodontose e tártaro que provocam buracos, queda de dentes, gengivites e mau hálito. Os biscoitos e ossos, próprios para roer, são um óptimo meio de prevenção.

Patas e unhas
Tenha cuidado com os inúmeros corpos estranhos afiados que se podem introduzir nas patas. No Inverno a pele perde elasticidade devido ao frio, podendo nas regiões com temperaturas mais frias o gelo infiltrar-se na pele. A neve pode provocar queimaduras, por isso se passear com o seu cão em zonas com neve, deverá lavar-lhe as patas com água morna, secá-las bem e aplicar-lhe um creme próprio. Quando as unhas estiverem demasiado compridas, deverá levá-lo ao veterinário para as cortar. Em casa, poderá limá-las com um utensílio próprio para o efeito.

Golpes de calor
Nunca o deixe fechado dentro de um carro estacionado ao sol, pois as possibilidades de termoregulação do cão não são iguais às dos humanos. Se constatar que se verifica este fenómeno depois de uma exposição ao sol ou calor, baixe a temperatura corporal do cão submergindo-o em água fria.

Alimentação
Nunca dê ao seu cachorro leite de vaca, pois este irá provocar-lhe graves problemas intestinais devido ao facto de ser muito diferente do leite canino. Não lhe dê carne crua.
A alimentação de um cachorro nas primeiras 3 semanas de vida é constituída exclusivamente de leite materno. A partir da 3ª semana começar-se-á com pequenas porções de ração – a ração é preferível aos alimentos cozinhados em casa, pois são elaborados com a percentagem de carne, vitaminas, proteínas, gorduras etc. essenciais ao seu cão, existindo no mercado muita variedades e boas rações -, não deixando o leite maternos até à 5ª semana. Até aos 4 meses deverá ser alimentado três vezes por dia, a partir do 4º mês reduzir para duas refeições e a partir do mês 10 reduzir para uma refeição por dia, lembre-se de dar as refeições todos os dias á mesma hora. Respeite as quantidades indicadas na ração, não deixando o cão encher-se demasiado – quando comprar a ração peça o copo de medida. Caso o seu cão não coma tudo de uma só vez, não deixe ficar no comedouro o resto da comida, retire-a e volte só a alimentá-lo na próxima refeição – ter em conta que os cães no Verão têm tendência a comer menos.
O cão deverá ter sempre à disposição água limpa e fresca.

Saúde
Deverá vigiar o seu cão de forma a verificar algum comportamento fora do normal.
Não deverá dar ao seu cão medicamentos sem consultar primeiro o veterinário.